11/11/2009



Dezeen podcast: in this latest podcast collaboration with the Design Museum in London, Fred Deacon, Nat Hunter, Jamie Wleck and Malika Favre of London-based design agency Airside talk us through the history of the company and some of their recent projects. More »

fotos do apagão


by R7

08/11/2009

How's a USB Flash Drive Made? Trip to the Kingston Production Plant

04/11/2009

willianaraujo http://www.twitpic.com/oaadd Cena perfeita para orquestra que tá rolando no São Pedro

03/11/2009

interné

Em pouco mais de um ano monitorando os acessos do blog, descubro que tenho mais visitantes do Japão do que do Uruguai.

Internet, internet...

01/11/2009

superlativos negativos

As pessoas andam chatas, inconvenientes. Creio que isso surge da necessidade de se saber. Se não se sabe, se mente ou finge que sabe. Quase sempre, as pessoas usam a prerrogativa de saber - e de saber muuuuito - de todos os fatos e técnicas e, mesmo diante de algo que fuja de seus domínios, elas querem meter o bedelho. São chatas, inconvenientes. Pior que nessas situações, é quando tentam discutir sobre algo incontestável, com a prerrogativa de que eles, sim, sabem que aquilo esta errado. A coisa fica mais ridícula quando se discute algo irrelevante ou subjetivo.

Se pode observar alguns sintomas nestas pessoas. Um deles é a contestação negativa diante de qualquer, QUALQUER, questionamento. É aquela constestação em que a pessoa que nega, tenta convencer o interlocutor de que ele já tem o conhecimento e, assim, tenta convencê-lo a qualquer custo de que está certo, numa tentativa desenfreada de mostrar que sabe. E assim, cai no ridículo.

Lembro que éramos quatro pessoas num noite destas de calor que acontece em Santa Maria. Três brasileiros e um argentino. Um de "nós" coloca um raggaton para tentar agradar o amigo hermano, mas equivoca-se ao dizer que a música era cumbia. Diante da "homenagem", o estranjeiro disse que aquela música não era cumbia e, sim, reggaton, ritmo, aliás, que o cara detesta.

O que coloca a canção, com a prerrogativa de SABER sobre música contesta e diz que é reggaton, o outro brasileiro diz que aquilo não pode ser cumbia e eu fiquei quieto pra ver até onde ia os saberes dos dois. O hermano, perplexo, contestou umas duas vezes, entre olhando-me como quem pede ajuda, diante de tamanha ignorância.


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As pessoas andam falando superlativos demais. Deve ser pra complementar a carência intelectual descrita acima. As coisas não são mais "tri legais".
Elas são muuuito, muito, muuuuito legais.
Se escuta também umas dez vezes que determinados filmes estão no "Top 5"de preferidos da pessoa
Ou ainda aqueles que metem o "tecnicamente", pra dar um apelo mais acadêmico, tentando convencer que é "tecnicamente mais legal".

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Foda.

F5

by ffffound by oesquema

30/10/2009

Foo Fighters - The Pretender

29/10/2009

27/10/2009

/radioheineken/amsterdam

http://www.heineken.com.br/radioheineken/

26/10/2009

365 project

work . Santa Maria on 365 Project

U2 no Youtube









21/10/2009

Tutorial de modelagem 3D com Blender: Modelando um inseto

Blender Modeling Exercise: "Wasp" from Sebastian König on Vimeo.

20/10/2009

mas me aparece cada figueiredo

Tô fazendo o pré projeto de mestrado e fui ver como se faz referências bibliográficas. Eis que surge mais um figueiredo perdido por ae

16/10/2009

Fernanda Montenegro + 80 anos

via

AID-DCC Inc. & Katamari Inc. [ZERO-NINE]

15/10/2009

SANTA CENA

17 Sábado 20h30
SANTA CENA – SM – VIII Festival Municipal de Artes Cênicas. Realização: ASPAC e Secretaria de Município da Cultura. Incentivo: Lei de Incentivo à Cultura de Santa Maria. Entrada Franca.
18 Domingo 20h
SANTA CENA – SM – VIII Festival Municipal de Artes Cênicas. Realização: ASPAC e Secretaria de Município da Cultura. Incentivo: Lei de Incentivo à Cultura de Santa Maria. Entrada Franca.
19 Segunda 20h30
SANTA CENA – SM – VIII Festival Municipal de Artes Cênicas. Realização: ASPAC e Secretaria de Município da Cultura. Incentivo: Lei de Incentivo à Cultura de Santa Maria. Entrada Franca.
20 Terça 20h30
SANTA CENA – SM – VIII Festival Municipal de Artes Cênicas. Realização: ASPAC e Secretaria de Município da Cultura. Incentivo: Lei de Incentivo à Cultura de Santa Maria. Entrada Franca.
21 Quarta 20h30
SANTA CENA – SM – VIII Festival Municipal de Artes Cênicas. Realização: ASPAC e Secretaria de Município da Cultura. Incentivo: Lei de Incentivo à Cultura de Santa Maria. Entrada Franca.
22 Quinta 20h30
SANTA CENA – SM – VIII Festival Municipal de Artes Cênicas. Realização: ASPAC e Secretaria de Município da Cultura. Incentivo: Lei de Incentivo à Cultura de Santa Maria. Entrada Franca.

14/10/2009

Museu belga revela internet de papel do início do século 20

O Mundaneum abriga um imenso catálogo criado por Paul Otlet, visionário da web e das redes sociais online

MONS, Bélgica - Em uma tarde de segunda-feira nublada, essa cidade medieval parece um local esquecido.
Além da catedral gótica obrigatória, não há muito para ver aqui, exceto um pequeno museu de fachada de pedra chamado Mundaneum, escondido em uma rua estreita em um dos cantos da cidade. Parece uma casa apropriadamente antiga para o legado de um dos pioneiros perdidos da tecnologia: Paul Otlet.
Em 1934, Otlet fez planos para uma rede global de computadores (ou "telescópios elétricos", como ele os chamava) que possibilitaria que pessoas buscassem por milhões de documentos interligados, imagens, áudios e arquivos de vídeo. Ele descreveu como as pessoas usariam os dispositivos para mandar mensagens, compartilhar arquivos e até formar redes sociais online. Ele chamou a coisa toda de "reseau", que pode ser traduzido como rede ou web.
Historiadores normalmente traçam as origens da World Wide Web (w.w.w., ou internet) através de uma linhagem de inventores anglo-americanos como Vannevar Bush, Doug Engelbart and Ted Nelson. Entretanto, mais de meio século antes de Tim Berners-Lee lançar o primeiro navegador de internet em 1991, Otlet descreveu um mundo conectado onde "qualquer um em sua cadeira seria capaz de contemplar toda criação."
Embora a protoweb de Otlet se baseassem em uma junção de tecnologias analógicas, como cartões de indexação e máquinas de telegrafia, ela antecipou, de qualquer forma, a estrutura "hiperlinkada" da web de hoje.
"Essa foi uma versão Steampunk do hipertexto", disse Kevin Kelly, ex editor da Wired, que está escrevendo um livro sobre o futuro da tecnologia.
A versão de Otlet dependia da idéia de uma máquina que juntasse os documentos usando links simbólicos. Embora essa noção pareça óbvia hoje em dia, em 1934 ela marcou um grande avanço conceitual. "O hiperlink é uma das invenções menos valorizadas do século passado", disse Kelly. "Ela vai se juntar ao rádio, no panteão das grandes invenções."
Hoje em dia, Otlet e seu trabalho foram largamente esquecidos, até mesmo em sua terra nativa, a Bélgica. Embora Otlet tenha tido fama considerável durante sua vida, seu legado caiu vítima de uma série de acontecimentos históricos - entre os quais, a invasão nazista ao país, que destruiu boa parte do trabalho de sua vida.
Mas em anos recentes, um pequeno grupo de pesquisadores começou a recuperar a reputação de Otlet, republicando parte de seus escritos e angariando fundos para estabelecer o museu e arquivo em Mons.
Os curadores do museu Mundaneum, que celebra seu décimo aniversário na quinta-feira, 19, planejam publicar parte da coleção original na web moderna. Essa comemoração não vai ser só uma reivindicação póstuma por Otlet, mas também vai providenciar uma oportunidade de fazer uma reavaliação de seu lugar na história da web. Foi o Mundaneum apenas uma curiosidade histórica - um caminho tecnológico não seguido - ou sua visão pode fornecer esclarecimentos sobre a web como a conhecemos?
Em 1895, Otley conheceu um futuro ganhador do Nobel com quem tinha muito em comum: Henri La Fontaine, que se juntou a ele no plano de criar uma grande bibliografia de todo o conhecimento publicado no mundo.
Para 1895, tal projeto marcou um ato de arrogância intelectual colossal. Os dois homens começaram a coletar dados de todos os livros já publicados, juntamente com uma vasta coleção de revistas e artigos de jornal, fotografias, pôsteres e todo tipo de texto perecível - como panfletos - que as bibliotecas normalmente ignoram. Usando cartões de índice de 7 por 12 centímetros (o que havia de mais avançado na tecnologia de armazenamento), eles criaram um vasto banco de dados com mais de 12 milhões de entradas individuais.
Otlet e LaFontaine procuraram apoio para seu projeto com o governo belga, propondo a construção de uma "cidade do conhecimento", que aumentaria as chances do país se tornar sede da Liga das Nações. O governo forneceu espaço em um prédio público para o projeto, onde Otlet expandiu a operação. Ele contratou mais gente e estabeleceu um serviço de pesquisa pago que permitia que qualquer pessoa, em qualquer lugar do mundo, mandasse uma busca por correio ou telégrafo - algo como um mecanismo de busca atual. Pedidos chegaram de todo o mundo, mais de 1.500 por ano, sobre diversos tópicos, de bumerangues às finanças da Bulgária.
Com a evolução do Mundaneum, ele começou a sobrecarregar o espaço com o enorme volume de papel. Otlet começou a buscar por idéias de novas tecnologias para o manejamento da sobrecarga de informação. Em um certo ponto, ele sugeriu uma espécie de computador de papel, manipulado com rodas e raios que moveriam os documentos na superfície de uma mesa. Eventualmente, entretanto, Otlet chegou à resposta final, que envolvia descartar todo papel.
Como não existia algo como armazenamento de dados eletrônicos em 1920, Otlet tinha que inventar a resposta. Ele começou a escrever diversos documentos sobre a possibilidade do armazenamento eletrônico, culminando com o livro de 1934, Monde, no qual ele expôs sua visão de um "cérebro mecânico coletivo" que abrigasse toda a informação do mundo, acessível instantaneamente em uma rede global de informação.
Tragicamente, bem quando a visão de Otlet começou a se cristalizar, o Mundaneum entrou em uma fase difícil. Em 1934, o governo belga perdeu o interesse no projeto, após a oferta de o país para ser sede da Liga das Nações ser recusada. Otlet teve que mover o arquivo para um local menor e, após dificuldades financeiras, teve que fechá-lo ao público.
Um bom número de funcionários continuou trabalhando no projeto, mas o sonho terminou quando o nazistas marcharam pela Bélgica em 1939. Os alemães esvaziaram o local original do Mundaneum para dar espaço para uma exibição de arte do Terceiro Reich, destruindo milhares de caixas cheias de cartões. Otlet morreu em 1944, falido e esquecido.
Depois da morte de Otlet, o que sobreviveu do Mundaneum original ficou para existir na obscuridade em um velho prédio da Universidade Livre em Parc Leopold até 1968, quando um jovem estudante da graduação chamado W. Boyd Rayward começou a seguir a trilha de papel.Tendo lido parte do trabalho de Otlet, ele viajou ao escritório abandonado de Bruxelas, onde descobriu um quarto, como um mausoléu, cheio de livros e papéis com teias de aranha.
Rayward ajudou, desde então, no ressurgimento do interesse no trabalho de Otlet, um movimento que por fim angariou atenção suficiente para conseguir desenvolver o museu em Mons.
Hoje em dia, o novo Mundaneum revela interessantes relances de como a web poderia ter sido. Longas filas de gavestas de catálogos contêm milhões dos cartões de índice de Otlet, apontando o caminho para o grande arquivo que contém todos os artefatos. Uma equipe de biblioteconomistas conseguiu catalogar apenas 10% da coleção até agora.
O arquivo revela tanto as limitações como o potencial da visão original de Otlet. Ele imaginou uma equipe de profissionais que analisassem cada peça de informação que chegasse, uma filosofia que vai contra a idéia básica da web.
"Eu penso que Otlet teria se sentido perdido com a internet", disse seu biógrafo, Francoise Levie. Até com um pequeno exército de profissionais, o Mundaneum original jamais poderia acomodar o volume de informação produzida hoje na web.
Apesar dessas limitações, a versão do hipertexto de Otlet tinha algumas vantagens importantes com relação à web de hoje. Primeiro, ele viu um tipo mais inteligente de hiperlink. Enquanto links na web servem como um tipo de ligação muda entre dois documentos, Otlet vislumbrou links que carregavam significado anotando, por exemplo, se os documentos concordavam ou discordavam entre si.
Otlet também viu possibilidades de redes sociais, que deixassem os usuários "participarem, aplaudirem, criticarem."
Enquanto ele provavelmente fosse ficar confuso com o ambiente do Facebook ou do MySpace, Otlet viu alguns dos aspectos mais produtivos das redes sociais - a habilidade de trocar mensagens, participar em discussões e trabalhar coletivamente para recollher e organizar documentos.
Os curadores do Mundaneum de hoje esperam que o museu não termine da mesma maneira que seu precursor. Embora o projeto sempre atraia financiamento, ele batalha para atrair visitantes.
"O problema é que ninguém conhece a história do Mundaneum", disse sua arquivista, Stephanie Manfroid. "As pessoas não se interessam necessariamente por ver um arquivo. É como, você preferiria ver o último Star Wars ou ir a um catálogo gigante?"
Batalhando para ampliar seu apelo, o museu abriga regularmente exposições de pôsteres, fotografias e arte contemporânea. E enquanto apenas um pequeno número dos turistas cheguem ao pequeno museu em Mons, a cidade ainda pode encontrar seu lugar no mapa histórico da tecnologia. Ainda este ano, uma corporação pretende abrir um centro de dados na cidade: Google.

09/10/2009

Workshop internacional sobre tecnologias de games e animações gráficas



O que há de mais moderno em tecnologias para animação 3D!

Craft Animations visita o Brasil e convida você a participar de uma sessão livre e divertida em Santa Maria, para conhecer o Craft Director Studio®, o futuro em plug-ins para animação de veículos e câmeras com o uso de joystick. Características:

§ Todas as leis físicas que envolvem cada movimento já estão embutidas no software, permitindo um toque mais humano e realístico às animações.

§ A sequência no key-frame do software é enquadrada automaticamente, garantindo uma economia de até 90% no tempo gasto em animações.

§ Os softwares da Craft Animations possuem integração com a maioria dos programas gráficos e de precisão encontrados no mercado.

Programa do evento: Diversos vídeos, tutoriais e palestra técnica em português e em inglês com tradução simultânea.

Palestrantes: Patrick Martin e Patricia Rambo Craft Animations/Suécia Marcelo Coutinho Pixware/Santa Maria

Quarta-feira, 14 de outubro de 2009, das 19h10min às 21h

Auditório da ULBRA Campus Santa Maria

Informações: www.ulbra.br/santamaria (evento gratuito)

Público Alvo: Alunos de graduação, cursos técnicos e ensino médio; Professores; Arquitetos, animadores e designers profissionais; Interessados em tecnologia de games e animações gráficas.

08/10/2009

Sob o jugo do amadorismo

É o nosso tesarac!



BJACK - Gravação DVD - "20 ANOS DE ROCK GAÚCHO"

06/10/2009

baita idéia!

O portfólio da iwanexstudio.com traz imagens de celebridades retocadas, como Beyoncé, que perdeu uns quilinhos graças ao programa de computador

“Esta imagem foi modificada digitalmente e pode não corresponder à realidade”. Esse é o aviso que pode vir acompanhado dos editoriais e campanhas de moda na França em breve.

A ideia é da parlamentar Valerie Boyer, que lidera um grupo de 50 membros no Parlamento francês e é autora de um relatório sobre distúrbios alimentares. Para ela, a popularização dos editores de imagens como o Photoshop, está criando imagens falsas de beleza. “Essas fotos podem levar as pessoas a acreditarem numa realidade que não existe. Muitos jovens, especialmente meninas, não conseguem diferenciar virtual e real, e podem desenvolver complexos desde crianças”, comenta ela ao jornal inglês The Telegraph.

Se aprovada, a lei colocará tarjas pretas nas fotos, nos mesmos moldes da publicidade de cigarros e substâncias farmacêuticas, que devem conter um texto de advertência ao consumidor. E quem não cumprir a determinação, poderá pagar multa de R$ 140 mil – ou no caso de campanha publicitária, até 50% de seu custo. Os famosos que comecem a academia hoje mesmo, hein?

04/10/2009

Tango



Description: The Argentinian and Uruguayan tradition of the Tango, now familiar around the world, was developed by the urban lower classes in Buenos Aires and Montevideo in the Rio de la Plata basin. Among this mix of European immigrants to the region, descendents of African slaves and the natives of the region known as ''criollos,'' a wide range of customs, beliefs and rituals were merged and transformed into a distinctive cultural identity. As one of the most recognizable embodiments of that identity, the music, dance and poetry of tango both embodies and encourages diversity and cultural dialogue. It is practised in the traditional dance halls of Buenos Aires and Montevideo, spreading the spirit of its community across the globe even as it adapts to new environments and changing times. That community today includes musicians, professional and amateur dancers, choreographers, composers, songwriters, teachers of the art and the national living treasures who embody the culture of tango. Tango is also incorporated into celebrations of national heritage in Argentina and Uruguay, reflecting the widespread embrace of this popular urban music.
Country(ies): Argentina; Uruguay
© 2008 Ministerio de Cultura Ciudad de Buenos Aires

02/10/2009

Rio De Janeiro Wins Right to Host 2016 Olympics

salsa valentina


Valentina es una salsa picante de la cocina mexicana manufacturado por la compañía Salsa Tamazula de la ciudad de Guadalajara. Existen dos variedades de este producto: picante —etiqueta amarilla— y muy picante —etiqueta negra—, dependiendo de su contenido de chile. Cualquiera de ellas tiene un sabor algo cítrico con un retrogusto a especias.